Duas da manhã, e nada do sono acalmar
A voz soa nos ouvidos como eco distante
Perdido anos na memória das coisas de ainda infância
Familiar conversa entre dois desconhecidos
Flui por emoções irmãs na importância
Nascidas na cabeceira do rio puro da serra
Bifurcadas sem sentir escorrem por outras instâncias
Seguem limpas e chegam ao mesmo mar
Se reencontram e se reconhecem como num conto
Se misturam e trocam o calor, o odor e o amor aprendidos
Continuam puras como quando crianças
E quanta elegância têm em seu falar
Eduardo Bittencourt
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário