
Saudade, malandragem e bohemia, segundo o próprio biografado, são as palavras síntese de uma história incrível sobre um cara genial. Quando escolhi o detalhe de uma foto feita na Lapa para ilustrar a folha de guarda do livro que tenho a honra, mais do que honra, o puta prazer de assinar o projeto gráfico, o Katimba que estava ao meu lado, sentenciou que não haveria outra imagem e palavras que representassem melhor sua vida. Esse é o tipo de elogio e reconhecimento que o profissional apaixonado pelo que faz sonha em receber.
Mas não estou aqui para me gabar de meu trabalho, falar bem do livro ou até mesmo da incrível história de vida desse sambista vitorioso que revolucionou o carnaval carioca nos últimos cinqüenta anos. Quem quiser saber dessa parte que compre o livro. Quero falar de sensibilidade, sabedoria e capacidade de amar desse cara que conheci há menos de três meses e com quem descobri e aprendi valores tão relevantes a ponto da emoção me fazer chorar algumas vezes. Se o assunto é relacionamento homem e mulher, amor ou paixão vira até covardia, pois além de falar sempre com propriedade, respeito e carinho sobre o tema, finaliza ilustrando com um ou dois sambas geniais para que a gente entenda bem direitinho.
Conhecer esse ser humano foi mais do que uma benção ou presente de Momo as vésperas de seu reinado, foi uma experiência de vida que levarei comigo para sempre junto com sua amizade.
Um beijo no coração meu Rei.
Eduardo Bittencourt

mensagem direta com sentimento... e sem reservas
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